Você passa parte da sua vida procurando.
Não sabe ao certo o que procura, mas continua procurando.
Então você acha uma pessoa que te faz sorrir, rir, que te fala sobre coisas, que te deixa feliz...
Então você começar a chamá-la de amigo.
E parece dar certo.
Até que o tempo passa e você percebe que você é a única pessoa zelando a amizade.
É a única que se importa. A única que demonstra carinho, amor.
Então a outra pessoa já não é mais a mesma.
E subitamente, vocês já não são como antes.
E aí você percebe que, embora sinta falta, você não se sente mais como antes.
E aí voc~e se pergunta se vale tentar uma reaproximação.
Mas então você percebe que a outra pessoa não dá a miníma para o afastamento.
Então você finge indiferença.
Mas as lembranças daquilo que, um dia, achou ser amizade te perturbam.
Daí você volta a procurar por algo.
Não sabe ao certo o que é, mas continua procurando.
Então você acha uma pessoa que te faz sorrir, rir, que conta coisas e te faz feliz.
Então você recua. A sensação de já ter visto isso antes lhe deixa mal.
Você tenta confiar, mas tem receio. Daí você joga tudo pelos ares e se entrega a amizade, pedindo à Deus para que seja eterna.